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Ulisses Cruz de Aguiar Cortês nasceu em Castanheira de Pêra, a 5 de novembro de 1900, filho de Manuel Fernandes Cortês e de Maria Arminda Moraes da Cruz Aguiar e veio a morrer em 1975; em 1937 casa-se com Maria Helena Franco Bebiano Correia de quem tem dois filhos, António e Ulisses Bebiano Cortês.
Licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra inicia a sua vida profissional na advocacia, nas comarcas de Coimbra e da Lousã, ocupa depois as funções de inspetor e de membro do júri dos concursos para conservador no Registo Predial, a que se segue a presidência da Comissão Jurisdicional dos Bens Cultuais e do Conselho Administrativo da Direção Geral dos Serviços Prisionais e o cargo de vogal no Conselho Superior dos Serviços Criminais.
No prelúdio do seu percurso político ocupa os cargos de presidente da Câmara Municipal da Lousã e de administrador do mesmo concelho, a que se segue a chefia do Gabinete do Ministro da Justiça, Manuel Rodrigues Júnior, em 1932, o comando da Direção Geral dos Assuntos Externos da Justiça, em 1933 e, em 1942 o cargo de Secretário Geral; pelo meio, é eleito, em 1935, deputado da União Nacional e, em 1946 participa ativamente no I Congresso da União Nacional, partido cuja I Conferência ajudará, aliás, a promover, em 1946, e do qual virá a fazer parte como membro da Comissão Executiva; note-se que este seu cargo de deputado se mantém em todas as legislaturas e, nessas funções, presidiu à Comissão Parlamentar de Economia e à Comissão Eventual de Estudo do Plano Intercalar de Fomento.
Em julho de 1950, por ocasião da remodelação governamental, Ulisses Cortês regressa ao desempenho de cargos públicos com a chefia da pasta da Economia na qual permanecerá durante os oito anos seguintes, desenvolvendo uma política baseada na livre empresa e na concorrência regrada, traduzida em medidas como o lançamento do I Plano de Fomento, a construção da Siderurgia Nacional e a tentativa de desburocratização dos serviços ministeriais, de modo a mitigar o peso do intervencionismo estatal. Em Fevereiro de 1959, seis meses após a sua saída do Ministério da Economia, é nomeado Administrador Geral da Caixa Geral de Depósitos e, mais tarde, Presidente do Conselho de Administração da mesma entidade, até que, em 1965, regressa, pela última vez, a funções executivas, na qualidade de Ministro das Finanças, onde permanece cerca de três anos.

Locais

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